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1 de setembro de 2012

A Rebelde

Série Highlands Brides 
Escócia
Entre o desejo e a vingança Ágata achava impossível evitar o casamento que seu tio lhe arranjara, com um pretendente detestável, até ser seqüestrada pelo maior inimigo de sua família.  

Agora ela se encontrava à mercê de um homem implacável, cujo coração fora transformado numa pedra de gelo pela mágoa e pela dor. 
Lorde Alexander MacDubh estava na Escócia para reivindicar a guarda de seus sobrinhos, frutos do amor proibido entre seu irmão e uma das jovens MacFarlane. 
E vislumbrou na bela Ágata a oportunidade de vingar-se do sórdido inimigo que arruinara sua família. 
A beleza e o temperamento rebelde de Ágata o faziam vibrar de desejo, tornando a vingança mais doce que nunca. 
Mas a paixão seria suficiente para aplacar o tormento do passado e romper as correntes que aprisionavam seu coração?

Capítulo Um 

Um brinde à noiva que um dia unirá os MacFarlane e os MacCordy em seu ventre! 
Os olhos de um castanho-escuro da noiva, Ágata MacFarlane, estreitaram-se ao fitarem os homens ao redor da mesa principal, no enorme salão do castelo de Leargan. 
A fúria crescente fez seus lábios se estreitarem e precisou forçar os dentes perfeitos a se entreabrirem para tomar um relutante gole de vinho da taça trabalhada. 
As juntas dos dedos longos e finos estavam brancas e ela não conseguiu soltar a taça sobre a mesa coberta por uma obra-prima de tapeçaria. 
Um de seus delicados pés, calçados por botas, batia impaciente no chão embaixo da pesada mesa de carvalho. 
Nenhum dos homens que trocavam gracejos notava que a raiva da jovem crescia a cada segundo. 
Ela se perguntou se algum deles prestaria atenção caso se erguesse e gritasse sua fúria. 
Achou que jamais iriam ligar para ela, para o que sentia. 
O motivo da ruidosa festa era seu noivado com Donald MacCordy, o filho mais velho e herdeiro do senhor feudal de Craigandubh. 
O casamento reforçaria a aliança de armas das famílias que, então, poderiam enfrentar seus inimigos ombro a ombro. Durante muitos anos os MacFarlane e MacCordy vinham tentando uma aproximação maior indo ocasionalmente um em ajuda do outro. 
Dali por diante haveria uma ligação muito mais forte que viria através dos filhos que o casal tivesse. 
O que ainda estava longe de acontecer, apesar dos esforços de Donald para ficar a sós com ela, pensou Ágata, furiosa. 
Nos últimos dias tivera que lutar para manter à distância o homem com quem ia se casar. 
Estava determinada a adiar o mais que pudesse o dia fatídico em que Donald MacCordy a transformaria em mulher, dia esse que ele insistia em adiantar. 
Suas mãos pegajosas e frias eram rápidas e repulsivas. Seus lábios cheios demais a faziam pensar nas sanguessugas que os médicos gostavam tanto de usar. 
Como alguém propôs outro brinde às núpcias que se aproximavam, Ágata ergueu sua taça e por um instante desejou que ela contivesse veneno. 
Mas adorava viver, mesmo que isso significasse estar unida a Donald MacCordy. 
Tinha vinte anos e estava apta para se casar. 
O tio e tutor de Ágata não tinha filhos e ela era filha do único irmão dele, que já falecera assim como sua mãe, o que a tomava a herdeira da pequena, porém próspera propriedade rural de Leargan.
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2- CASAMENTO NAS TERRAS ALTAS


Muito mais que aparências...

A profunda cicatriz que marca o rosto de Sir Iain MacLagan é um lembrete diário da esposa que ele perdeu, e do inimigo que ainda o persegue.
Obrigado pelo Rei da Escócia a se casar novamente a fim de unir dois poderosos Clãs, Iain relutantemente desposa Islaen MacRoth, uma mulher cuja aparência delicada esconde uma natureza divertida e sedutora, que se mostra perigosamente atraente para um homem que jurou nunca mais por em risco o seu coração.
Criada com onze irmãos endiabrados, Islaen tem pouco tempo para idéias românticas e tolas.
Mesmo assim, ela espera algo mais do que um casamento forçado com um homem que dividirá sua cama, mas não sua vida.
Passo a passo, Islaen começa a derrubar as defesas de Iain. Mas seu atraente e inflexível marido será capaz de aprender a lhe dar amor com a mesma generosidade com que demonstra tamanha paixão e desejo?

 Capítulo Um

Ao contornar o jardim, ela avistou-o, sentado e olhando para as rosas como se elas pudessem falar a qualquer momento. Tinha novamente aquele ar triste e perdido no rosto. 
Às vezes, ela se permitia acreditar que ele revelava esse lado espontaneamen­te em sua presença, e saboreava a alegria provocada pela idéia. 
O sentimento nunca durava muito, pois ela era prática demais, e logo se lembrava de que só pudera ver aquela expressão porque o espreitava quando ele acreditava estar sozinho.
À noite, seria apresentada na Corte. Fora levada até lá para estabelecer uma aliança por meio do 
ca­samento, de preferência um elo que melhorasse a po­sição da família em relação ao Rei. 
Desde o momento em que pusera os olhos naquele homem, tivera de lu­tar contra a esperança de que fosse ele o escolhido. 
Ele tinha todas as qualificações, mas sua sorte nunca fora tão boa. 
No lugar do homem pelo qual seu co­ração clamava, sem dúvida restaria um afetado Cortesão ou mesmo alguém adiantado em anos, e pro­vavelmente ultrapassado em todos os aspectos.
Aos dezenove anos, havia passado da idade de se casar, mas seu pai adiara o momento de assegurar um matrimônio, esperando que ela se desenvolves­se e adquirisse curvas mais próprias a uma mulher do que a uma criança. Isso não tinha acontecido. 
Era pequena, e nem todas as poções e misturas se­riam capazes de mudar isso. 
Apenas ela e Meg sa­biam que, talvez, fosse mais feminina do que aparentava, o que no entanto, não alterava o fato de se julgar pouco atraente. 
Ouvira esse comentário muitas vezes, o suficiente para acreditar nele. 
Com tão pouco a oferecer a um homem, alguém como Iain MacLagan não era para ela.
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 Série Highlands Brides
1- A Noiva Rebelde
2- Casamento nas Terras Altas
3- A rebelde,

23 de janeiro de 2011

Série Highlands Brides

1- A NOIVA REBELDE


Sete anos depois de seu encontro com a formosa filha do latifundiário lorde Eldon, Tavis MacLagan, o herdeiro do clã escocês inimigo, volta a enfrentar esses olhos cor âmbar que já o cativaram no passado.

Diante dele se encontra Storm, uma mulher de caráter indomável que luta para escapar do escocês que pretende humilhá-la.
Tavis sabe o que fazer: capturá-la e pedir um vultoso resgate por ela, e embora tente não machucá-la, não hesitará em fazer valer seu direito como captor.

Enquanto os dias se convertem em semanas e o esperado pagamento não chega, o desejo do escocês se torna mais difícil de controlar.
A orgulhosa Storm, sabendo-se perdida, decidi abandonar-se ao prazer prometido pelo guerreiro de fortes braços e honrosa conduta que a conquistou, sucumbindo a uma paixão que os levará além de ódios longínquos e rixas ancestrais.

Nota da revisora Nadia Cortez: Apesar de ser um livro de Hannah achei sua narrativa um pouco diferente do usual, algo mais picante que o normal, com cenas bem hot.
No desenrolar natural do enredo fui surpreendida por uma situação que me fez questionar se gostei do fato que aconteceu, pela primeira vez estranhei o comportamento da protagonista.
No geral é um livro gostoso de acompanhar sem muitos altos e baixos, mas com personagens muito interessantes que desejamos acompanhá-los no futuro nas continuações.

Capítulo Um
Um vento fresco soprava sobre as ameias de Hagaleah, mordiscando as saias das mulheres que se reuniram ali para ver os homens partirem para a batalha.
Como tantas outras vezes no passado, cavalgavam ao encontro dos escoceses dos clãs MacBroth e MacLagan, inimigos ancestrais dos Eldon de Hagaleah e dos Foster de Fulaton.
O sol nascente refletia nas armaduras enquanto cruzavam os paramos* para fazer o que antes deles, desde tempo imemorial, faziam seus pais e os pais de seus pais.
A esposa de lorde Eldon suspirou, cheia de inveja, prognosticando uma longa e tediosa espera até que os homens voltassem.
Era a segunda esposa de lorde Eldon, uma jovem pertencente a uma renomada família de Sussex.
Lady Mary Eldon era bela, caprichosa e alheia, criou-se nas terras verdes e aprazíveis do sul, e entendia muito pouco do perpétuo estado de guerra da fronteira ou do perigo das incursões inimigas.
Para ela, a batalha era apenas um torneio: um acontecimento vistoso e emocionante.
—Quero assistir à batalha, Hilda. Não vejo razão para que fiquemos aqui encerradas.
Hilda olhou pasma para sua senhora.
—Não pode, minha senhora. Pense no perigo.
—Tolices. Há uma colina bem resguardada que se pode vê o lugar onde irá acontecer a batalha. Deu meia volta e entrou na torre de solenidade seguida por seu pequeno séquito, que tentava ansiosamente dissuadi-la para que abandonasse aquele plano temerário sem fazê-la zangar-se.
Os ataques de cólera de lady Eldon começavam a tornarem-se lendários.
Ela não gostava que a contrariassem de modo algum, como já tinham comprovado na própria carne numerosos servos do castelo.
E nenhum dos que seguiam a obstinada dama desejavam perder sua posição de privilégio.
Para consternação de todos, para a prima de lady Eldon, cujas bodas com o herdeiro de lorde Foster eram iminentes, também apreciava esta idéia.
Em total inconsciência, as duas jovens pretendiam transformar a batalha em um almoço campestre.
Mary ordenou que preparassem comida e até deu ordens às babas de que levassem as crianças, seis no total, incluíndo os dois que lorde Eldon tinha tido com sua primeira esposa.
A esperança de que os poucos homens que ficaram detivessem lady Eldon se apagou imediatamente quando os servos correram para preparar o coche e abrir as portas.
Logo um séquito considerável se pôs rumo à colina onde se divisava o campo de batalha.
Só as criadas mais idosas e a filha mais velha de lorde Eldon não os acompanharam.
As crianças e todas as mulheres, desde a senhora do castelo até as criadas, começaram a comportar-se como se fossem a uma excursão ou à feira.
O pequeno Robin Foster, um menino de oito anos, robusto e de cachos loiros, puxou a trança de Storm e pensou novamente que o cabelo dela tinha uma cor muito estranha, como a da calêndula, de um vermelho alaranjado.
—Por que temos que ficar aqui? Storm, não podemos nos sentar com as damas? Storm olhou o menino da altura que lhe conferiam os dois anos que tinha de diferença.
Seus olhos ambarinos tinham uma expressão desdenhosa.
—Não. Aqui estamos mais seguros. Podemos nos esconder na mata espessa, se for necessário.
—É um absurdo que minha madrasta tenha feito isto. Deveríamos ficar resguardados no castelo, não nos colocando ao alcance dos escoceses

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