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28 de julho de 2012

Víbora

Série Guardiões das Highlands
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Lachan «Víbora» MacRuairi é um dos membros mais destacados da Guarda dos Highlanders: um guerreiro ao qual convém ter a seu lado, mas no qual não se pode confiar desde que uma amarga traição lhe roubou a capacidade de se preocupar com nada ou ninguém.

Agora só professa lealdade a si mesmo, embora tudo muda quando lhe é atribuída a missão de proteger e levar sã e salva Bela MacDuff à coroação do rei.
A orgulhosa e exuberante condessa o desafiará a liderar a maior das batalhas: amar de novo. Lachlan sentiu-se atraído pela estranha emoção que viu nos olhos dela. Curiosidade. Atração.
E o mais perigoso e tentador de todos: possibilidade.
Ele quase pode acreditar que ela queria dizer isso.
Seu olhar caiu sobre sua boca. Ele se inclinou mais perto. Lábios entreabertos, instintivamente. Ele sufocou uma maldição.
O desejo aumentou dentro dele, quente, primitivo e cru.
Ele poderia beijá-la. E Deus, ele queria. Queria tanto que o assustava.
Cristo, ele quase podia sentir o gosto dela em seus lábios.
Ele teve o cuidado de esconder seu desejo após a noite, no lago, mas ainda estava lá, latente apenas sob a superfície.
E ele o sentia agora. Sentia-o levantar-se e prendê-lo em suas garras de aço, tentando puxá-lo.
Sua mão se estendeu. Lentamente. Com cuidado. Como se ela fosse a mais delicada porcelana, seu dedo roçou o lado de seu rosto.
Seu coração preso em seu peito. Jesus! Ele gemeu.
Assim, condenadamente macia. Tão suave e aveludada.
Sua grande mão cheia de cicatrizes de batalha parecia ridícula contra algo tão belo.
Ele inclinou o queixo, sentindo-se cair, atraído pela promessa em seus olhos.
Sua boca desceu... Ele se apegou ao último momento de lucidez...

Comentário revisora Ana Paula G.: Eu me sinto até constrangida de dizer que fiz final neste livro.Na realidade, eu imprimi e li.
Samara, obrigadaaaaaaaaaaa pela excelente revisão, gêmea!!
Mas, voltando a história, eu adoreiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii o homi!!!! Aliás, adoro estes homis de kilt que tem cicatrizes emocionais..tadinho!!!!!!!!!!!!! A heroína também passou por maus bocados, o que no final das contas, acaba revertendo em favor do nosso herói...huahahh..mas não conto porque!!Excelente leitura, como todos desta serie.

Capítulo Um

Balvenie Castle, Moray, meados de Abril 1306

Bella estava distraída, sua mente girando com tudo o que ela tinha que fazer antes de sair.
O broche! Não conseguia esquecer o broche MacDuff para a cerimônia.
Não notou a falta de guardas fora de sua porta até que fosse tarde demais. Um homem pegou-a de surpresa, agarrando-a por trás quando entrou no quarto dela.
Seu coração saltou para sua garganta em estado de choque e pânico, logo percebendo o perigo irradiando a partir do intruso.
Ele era grande e forte e tão flexível como rocha. Mas não seria tomada sem uma luta.
Ela atacou tentando se libertar, mas só fez a seu atacante apertar mais.
Ela tentou gritar, mas sua mão abafava qualquer som.
—Calma— uma voz rouca sussurrou em seu ouvido. —Não vou fazer nenhum dano. Estou aqui para levá-la para Scone.
Ela se acalmou, suas palavras penetrando a névoa de terror. Scone? Mas só iria amanhã Scone.
E os homens de Robert aguardariam por ela na floresta, em seu caminho de volta da igreja, não no castelo.
Seu coração batia descontroladamente enquanto tentava classificá-lo, tentou decidir se iria acreditar nele, ao mesmo tempo consciente da força do braço revestido de couro firmemente em torno de seu peito.
Deus amado, o bárbaro poderia quebrá-la em dois com um duro apertão!
Ficaram ali assim por um minuto em semi-escuridão, imóvel, enquanto ele esperou por suas palavras para afundar.
—Você entende?— A voz grave fez pouco para tranquilizá-la, mas que escolha ela tinha?
Ela não podia nem respirar com a mão cobrindo a boca assim, firmemente. Além disso, ele poderia tê-la matado se era fosse que ele pretendia.
Com esse pensamento agradável filtrando através de sua mente, ela balançou a cabeça. Lentamente - com cautela - ele a soltou.
Uma vez que o ar havia retornado para seus pulmões, Bella virou com raiva e indignação. 
—O que é o significado disto? Que... — Ela engasgou com a visão dele.
Embora apenas pouco de luz fosse transmitida através da janela da torre com a noite, quase caiu, houve suficiente para saber que ela tinha razão para temê-lo.
Ele não era o tipo de homem que qualquer mulher gostaria de estar sozinha no escuro – ou na luz do dia, para qualquer assunto, e seu coração deu um salto involuntário. Bom Deus no céu, poderia este homem realmente ter sido enviado por Robert?
Construído para intimidar, ele era alto, ombros largos e embalados com camadas  e camadas de músculo.
Ele exala em cada centímetro que era um guerreiro poderoso: sólido, forte e mortal.
Mas ele não era um cavaleiro. Um olhar disse-lhe isso.
Ele tinha a aparência de um homem que nasceu para lutar. Não em um cavalo branco, vestido de cota e armadura, mas um bárbaro que gostava de brigar na terra.
Ele parecia ter armas suficientes amarrados a seu corpo para equipar um pequeno exército, incluindo o punho de duas espadas que ela podia ver sobressaindo nas costas. Ele usava uma armadura leve: apenas um cotun couro preto e calças de couro cravejada de pequenos rebites de aço.
Sua cota limitava-se a um capuz para proteger a seu pescoço e nuca.
Mas foram seus olhos que a deteve. Sob o leme de aço  do medonho nasal eram absolutamente acesos, a cor tão penetrante na escuridão, que parecia brilhar.
Ela nunca tinha visto olhos como os dele em toda sua vida. Um calafrio percorreu sua espinha, espalhando-se na superfície de sua pele como uma folha espinhosa de gelo.
Olhos de gato, pensou ela. Feral olhos de gato. Gelados em sua intensidade e inegavelmente predatórios.
—Lachlan MacRuairi— disse ele, respondendo sua pergunta inacabada. —Sinto muito por surpreender você assim, condessa, mas não poderia ter evitado. Nós não temos muito tempo.
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 Série Guardiões das Highlands
1- O Guerreiro
2- O Falcão
3- O Guardião
4- Víbora

8 de janeiro de 2012

O Guardião

Série Guardiões Das Hihglands








Tor MacLeod, Chefe: líder das hostes e perito em combate com espada. 
Erik MacSorley, Falcão: navegante e nadador. Gregor MacGregor, Flecha: atirador e arqueiro. 
Eoin Maclean, Assalto: estrategista, ataques de pirataria. 
Ewen Lamont, Caçador: rastreamento e perseguição de homens. 
Lachlan MacRuairi, Víbora: sigilo, infiltração e resgate. 
Magnus MacKay, Santo: guia de montanha e forja de armas. 
William Gordon, Templario: alquimia e explosivos. 
Robert Boyd, Aríete: força física e combate sem armas. 
Alex Seton, Dragão: adagas e combate corpo a corpo. 
Com os ingleses: Arthur Campbell, Guardião: exploração e reconhecimento do terreno.


Comentário revisora Ana Paula G.: Sem dúvida, desta série, foi o que mais gostei.
Arthur é muito fofo, leal e realmente, o coitado faz de tudo para resistir a heroína, a ponto de andar sempre ‘desconfortável’...huahahaha...A Anna é decidida quando resolve testar a resistência do coitado...e claro, acaba conseguindo derrubar,literalmente, o homem! Tem trechos hot e uma história linda! 
A autora promete dez livros desta série e já estou curiosa pelo próximo. 
Adorei! Acho que vocês também vão amar o Arthur! 


Capítulo Um 


Castelo de Dunstaffnage, Argyll, Escócia, 24 de maio de 1308 
«Por favor, que esteja morto. Por favor, que tudo tenha acabado.» 
Anna MacDougall soltou a cesta no chão e se ajoelhou aos pés de seu pai, rezando por ouvir as notícias que poriam ponto final a essa guerra que tinha marcado cada um dos dias de sua existência. 
Literalmente. Anna nasceu em um dia famoso da história da Escócia: em dezenove de março do ano de Nosso Senhor de mil duzentos e oitenta e seis. 
No mesmo dia em que o rei Alexander III quis estar junto a sua jovem esposa e, ignorando o conselho de seus homens, cavalgou naquela noite tormentosa até Kinghorn, no Fife, para escorregar pelo caminho em um escarpado que lhe levaria a morte. 
A luxúria do rei deixou ao país sem um herdeiro direto ao trono, com um resultado de vinte e dois anos de guerra e de conflitos para determinar quem tinha que levar a coroa. 
Houve um momento no que se disputavam ao trono quatorze aspirantes. 
Mas a verdadeira batalha sempre esteve entre os Balliol-Comyn e os the Bruce. 
Quando Robert Bruce decidiu encarregar do tema pessoalmente e assassinou ao líder de seus competidores, John Comyn o Vermelho, primo do pai de Anna, converteu-se para sempre em inimigo de sangue dos MacDougall. 
O desprezo para o Robert Bruce só era comparável com o que lhe inspiravam seus parentes os MacDonald. As ações de Bruce obrigaram aos MacDougall a uma precária aliança com a Inglaterra. Inclusive Eduard Plantageneta era preferível a ter um Bruce no trono. 
Assim rezava pela morte de Robert Bruce. 
Do preciso momento em que chegou a notícia em meio da luta de que Bruce estava no leito de morte afligido de uma misteriosa enfermidade, Anna tinha rezado para que esta o levasse consigo, para que a natureza derrotasse ao inimigo. 
É obvio aquilo de rezar pela morte de um homem era um pecado horrível. 
Seria pecado rezar pela morte de qualquer pessoa, inclusive pela de um assassino sanguinário como Robert Bruce. As monjas da abadia estariam escandalizadas. 
Mas não lhe importava. Não, se aquilo significava o final dessa maldita guerra esquecida de Deus.
Uma guerra que já levara a seu irmão junto a sua prometida e que cobrou seu preço não só em seu ancião avô, Alexander MacDougall, lorde de Argyll, mas também do filho deste, John MacDougall, lorde de Lorn, o pai de Anna. 
Seu pai mal pôde recuperar-se de suas recentes dores no peito. 
Não sabia se agüentaria muito mais. 
Os últimos triunfos de Bruce não fizeram a não ser piorar seu estado. 
Era um homem que odiava perder. Custava acreditar que só fizesse um ano de que aquele rei Hood fugisse com alguns partidários e sua causa claramente perdida. 
E, entretanto, o rei fugitivo estava de volta e conseguia redobrar sua aposta pelo trono da Escócia, em boa parte graças à morte de Eduard I da Inglaterra. 
Assim, já fosse pecaminoso ou não, Anna rezava pela morte de seu inimigo. 
Faria com gosto a penitência por esses malvados pensamentos se aquilo significava proteger a seu pai e a seu clã do homem que queria vê-los mortos. 
Além disso, tal e como as monjas lhe haviam dito incontáveis vezes antes, jamais estivera destinada para a vida monacal. 
Cantava muito. Ria muito. E o mais importante, jamais emprestou tanta devoção ao Senhor como sentia por sua família. 
Anna estudou o rosto de seu pai, escrutinando-o em busca de alguma reação, no momento que este abria o selo da carta e a lia. 
Era tal sua ansiedade que nem sequer se incomodou em chamar seu tabelião. 
Tinha a fortuna de poder encontrar-se com ele a sós em sua câmara depois de que acabasse o conselho com seus homens. 
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Série Guardiões das Highlands
1- O Guerreiro
2- O Falcão
3- O Guardião
 

12 de julho de 2011

O Guerreiro

1° da Série Guardiões das Highlands


Rastreando os rincões mais recônditos das Highlands e as ilhas do oeste, Robert de Bruce escolhe dez guerreiros para ajudá-lo em sua cruzada para libertar a Escócia do domínio inglês.

São os melhores entre os melhores, escolhidos por suas extraordinárias habilidades em cada disciplina de guerra.
E para liderar a este seleto grupo, Bruce escolhe ao maior guerreiro de todos.
Tor MacLeod, guerreiro sem igual, não tem rival com a espada, não está disposto a deixar-se arrastar à guerra da Escócia contra Inglaterra.
Devoto a seu clã, este líder independente não responde ante ninguém, muito menos ante sua recente e sedutora noiva, a qual lhe é entregue numa tentativa de assegurar seu comando da força de combate mais letal que o mundo jamais conheceu.
Pode ser que a insidiosa moça que conseguiu penetrar em sua cama tenha ganhado algumas batalhas, mas nunca terá seu coração.
Embora a reputação de seu marido seja tão feroz quanto suas maneiras, Christina Fraser acredita que debaixo daquela brutal fachada se oculte um pouco de ternura.
Mas só na cama encontra um pouco de afeto, naqueles gloriosos momentos repletos de ardente desejo que desaparecem ao chegar da alvorada.
Quando Christina tenta desesperadamente ganhar o amor de seu marido e fracassa, se inunda em perigo as vésperas de uma guerra, Tor enfrentará à batalha definitiva: salvar a sua esposa e lhe abrir seu coração…
antes que seja muito tarde.

Nota da Revisora Samara: O mocinho é um highlander de primeira, consciente de seus deveres como lider do clã e dividido entre o desejo de paz (duramente conquistado) e a veia de guerreiro.
Não se permite amar ou sequer se aproximar muito de ninguém, já que viu seus pais serem mortos violentamente aos 10 anos.
E é viúvo. Mas quando percebe que a mocinha o deixou pela sua frieza (sim amadas, ela se manda...rs), vai atrás dela com o coração na mão.
A mocinha que não é boba nem nada, faz uma série de exigências para voltar pra ele...e ele aceita.
É um livro muito bom, quase fiel a história da Escócia, mas devidamente romantizado e com muitas cenas calientes...

Capítulo Um

O «maior herói de sua raça».
I. F. Grant, falando de Tormod MacLeod

Castelo de Dunvegan, ilha de Skye,Dia de San Miguel Arcanjo, 1305

«Vou matar muito devagar.»
O silêncio se apropriou do salão como a quietude espectadora que segue ao sonoro estalo de um trovão, enquanto o tabelião terminava de ler a carta.
A vintena de guerreiros reunidos em torno do grande salão do castelo de Dunvegan aguardavam a resposta completamente imóveis.
Em seus ferozes rostos, viu a indignação e o assombro que ele compartilhava, mas dissimulava sob uma fachada de pedra.
Só no estrado, Tormod MacLeod, chefe dos MacLeod, inclinou-se para frente e transpassou com o olhar ao desventurado que lia.
—Que fez o que? —Seu tom absolutamente calmo não contribuiu para aliviar a tensão.
O tabelião deu um coice e emitiu o que somente podia descrever como um chiado.
A carta saiu voando de sua mão e flutuou pelo ar carregado de fumaça até aterrissar no chão coberto de juncos.
Tor plantou o pé sobre o pergaminho culpado de seu desgosto.
Quando se agachou para recolhê-lo, distinguiu sob o calcanhar os ganchos de ferro familiares de Torquil MacLeod, seu irmão gêmeo mais novo que ele por tão só dois minutos.
Apenas se tinha extinguido os fogos provocados pelo recente ataque à aldeia, e seu irmão se comportava assim? «Muito devagar», voltou a prometer-se, e espremeu o pergaminho até convertê-lo em uma bola.
O tabelião conseguiu recuperar a fala, embora a voz lhe tremesse ao responder à pergunta de Tor.
—seu ir-irmão diz que não pode aca-acatar a negativa do chefe dos Nicolson a lhe entregar a mão de sua filha em matrimônio, e que se viu obrigado a tomar as rédeas do assunto. — o jovem clérigo fez uma pausa e se secou o suor que perolava sua frente com o dorso da mão— diz que seu amor...
—Basta!

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Série Guardiões das Highlands
1 – O Guerreiro
2 – O Falcão
Próximo em revisão GRH

24 de junho de 2011

2- O Falcão

Série Guardiões das Hihglands


Enquanto o futuro de Escócia pende por um fio, o mais bravo dos guerreiros do reino se prepara para a batalha mais árdua: o amor.

Um bando de guerreiros foram selecionados pessoalmente por Robert the Bruce para libertar a Escócia do jugo inglês.

Entre eles se encontra Erik o Falcão, um perito em navegação, que toma as rédeas da luta quando Bruce se vê obrigado a exilar-se.

Entretanto, Erik se encontra tomado por uma paixão devastadora por Lady Elyne de Burgh.

A formosa filha de um poderoso nobre irlandês, que parece estar envolvida na trama que mantém Bruce afastado de sua pátria.
Com o futuro da Escócia em jogo, o Falcão terá que decidir entre ser fiel ao seu coração ou ao seu país.

Comentário da Revisora Ana Júlia: Gostei do livro, história boa, um mocinho arrogante, cheio de si, bonito e que sabe que é e se aproveita disso, mas que encontra uma mocinha que não se rende automaticamente ao vê-lo.
Ela dá uma verdadeira lição no mocinho. Espero que gostem!

Capítulo Um

Rathlin Sound, ao norte da costa da Irlanda.
Dia da Candelaria,2 de fevereiro de 1307

Erik MacSorley jamais podia resistir a um desafio, embora ninguém o provocasse.
Com só uma olhada ao navio de pesca açoitado pelo galeão inglês, precaveu-se que aquela noite nada mudaria.
O que devia fazer era ignorá-lo e continuar com sua missão, prosseguir seu caminho sem ser detectado pela patrulha inglesa enquanto se dirigia para o castelo de Dunluce para reunir-se com os mercenários irlandeses.
Mas o que teria isso de divertido? Depois de passar quatro meses escondidos e saltando de uma ilha a outra sem fazer mais que alguma breve incursão no continente para recolher as rendas de Bruce e cumprir a missão de reconhecimento pertinente, Erik e seus homens mereciam um pouco de ação.
Em Lent teve um comportamento digno de um monge, exceto pelas garotas, mas Erik tinha a certeza que não tinha feito voto de castidade algum ao entrar na Guarda dos Highlanders de Bruce.
Desde o dia da tormenta e a fuga de Dunaverty tentou evitar problemas e refrear seus impulsos sempre que o chamavam à ação, mas com a Ponta do Diabo virtualmente a um tiro de pedra, maré alta e o forte vento que os empurrava, tratava-se de uma oportunidade muito tentadora para deixá-la escapar.
Desenhou um diabólico sorriso pensando que a seus vinte e nove anos ainda não tinha encontrado vento que não pudesse dominar, homem que pudesse contê-lo sobre a água ou dentro dela, navio que não pudesse dirigir, e tampouco mulher que fosse capaz de resistir por que tinha que ser diferente aquela noite?
As intensas brumas a faziam perfeita para uma regata, sobre tudo sabendo que era capaz de navegar por essas traiçoeiras águas da costa de Antrim com os olhos fechados.
Acabavam de rodear a ponta noroeste da ilha de Rathlin, indo rumo sul para o castelo de Dunluce, na costa norte da Irlanda, quando avistaram o navio patrulha dos ingleses perto de Ballentoy Head.
Do momento em que os ingleses tomaram o castelo de Dunluce.

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Série Guardiões das Highlands
1 – O Guerreiro
2 – O Falcão
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