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12 de maio de 2017

O Ladrão de Noivas

Aos vinte e seis anos, Samantha Briggeham sabia que suas perspectivas de casamento iam desaparecendo lentamente, e ficou satisfeita com isso. 

Não tinha a intenção de se comprometer com um homem que não amasse. Tinha um plano… que não incluía ser raptada por um cavaleiro mascarado. 
A notícia do resgate heróico de Sammie, de um casamento indesejado, a converteu no tema de conversação de toda a elite social e daí em diante não parou de ser assediada por todos os tipos de pretendentes. No entanto, ela não podia esquecer o bandido atraente que a tinha sequestrado por engano. 
Havia nele algo que a intrigava profundamente… Quem era o famoso ladrão, autor de feitos lendários? Eric Landsdowne, o sedutor conde de Wesley, tinha suas próprias razões para ajudar as mulheres a fugir do triste destino de um casamento arranjado e para manter sua identidade secreta. Mas a partir do momento em que ele resgatou Sammie soube que não poderia perde-la uma segunda vez…

Capítulo Um

Kent, 1820
Samantha Briggeham se retirou da janela pela qual entrava na sala a fresca brisa noturna e olhou para seu querido e senil pai.
― Não posso acreditar que me sugira isso, papai. Por que acredita que deveria considerar a possibilidade de me casar com o major Wilshire? Apenas o conheço.
― Bom, é amigo da família há anos ― respondeu Charles Briggeham enquanto cruzava a sala para se reunir com Samantha junto à janela.
― Sim, mas passou a maior parte desses anos no exército ― assinalou ela, se esforçando por conservar o tom calmo e conter um estremecimento.
Não imaginava que alguma mulher pudesse albergar pensamentos românticos a respeito do austero major Wilshire. Céus, aquele homem tinha um cenho que lhe dava a aparência de acabar de morder um limão. Aquela conversa era provavelmente o resultado das maquinações casamenteiras, bem-intencionadas mas inoportunas, de sua mãe.
O pai acariciou o queixo.
― Já tem quase vinte e seis anos, Sammie. É hora de casar.
Sammie lutou contra o impulso de elevar os olhos ao teto. Seu pai era o homem mais carinhoso e doce do mundo, mas apesar de ter uma esposa e quatro filhas era mais burro que uma porta para entender as mulheres, sobretudo a ela.
― Papai, já passei em muito a idade de casar. Estou perfeitamente bem tal como estou.
― Bobagem. Todas as jovens desejam se casar. Foi o que me disse a sua mãe. Aquelas palavras confirmaram suas suspeitas de que sua mãe estava por trás daquilo.
― Nem todas, papai.
O estremecimento que já não podia reprimir mais fez com que ela baixasse os ombros ao pensar em se ver presa com grilhões a algum dos homens que conhecia. Todos eram uns gordos e torpes, e se limitavam a olhá-la fixamente com uma mescla de pena, confusão e, em alguns casos, claro horror, quando ousava falar com eles sobre equações matemáticas ou temas científicos. A maioria a chamava por Sammie A Excêntrica, um nome que ela aceitava filosoficamente, já que sabia que era excêntrica, ao menos aos olhos dos demais.
― Obviamente que todas as jovens desejam se casar ― insistiu seu pai, voltando a atrair sua atenção ao assunto que tinha entre mãos. ― Veja as suas irmãs.
― Já as vi. Todos os dias de minha vida. Amo-as muito mas já sabe que não sou em absoluto como elas. Minhas irmãs são bonitas, doces e femininas, perfeitamente dotadas para ser esposas. Durante os últimos dez anos não fizemos outra coisa que tropeçar com uma grande quantidade de pretendentes. Mas o fato de que Lucille, Hermione e Emily estejam já casadas não significa que eu deva me casar.
― Não deseja ter uma familiar própria, querida?
Um silêncio encheu o ar, e Samantha fez caso omisso da pontada de ânsia que lhe feriu as entranhas. Fazia muito tempo que havia enterrado aquelas fantasias.
― Papai, os dois sabemos que não sou dessas mulheres que atraem os homens para o casamento, nem por meu aspecto nem por meu temperamento. Alem do mais, sou muito velha…






17 de junho de 2010

Um Casamento Imprevisto

Série Whirlwind 
Austin Randolph Jamison, brilhante duque de Bradford,passeia por sua grande e jardinada propriedade com o olhar cansado enquanto, dentro da mansão familiar, os convidados desfrutam de uma animada festa. 

Não parece existir uma comemoração capaz de lhe devolver a honra de seu irmão William: um herói abatido na guerra de Waterloo a quem um vergonhoso anônimo aponta como traidor.
Quando a advinha Elizabeth Matthews, uma norte-americana recém desembarcada na Londres de 1816, aparece nos jardins de sua opulenta residência, Austin logo suspeita que os lábios escarlate dessa mulher contêm a resposta a todos os segredos que a moral da época pretende dissimular.
Elizabeth e William empreenderão o ardente caminho de seus lábios, perturbados pelas visões que convulsionam o frágil corpo dela cada vez que acaricia uma mão entre as suas.
Elizabeth nasceu com o dom de ver o futuro e antes que Austin a despreze como bruxa, suas predições semearão incógnitas e mistérios no doce caminho do casal em busca da honra.
Então, Elizabeth terá renunciado ao amor de seu príncipe, convencida de que depois do casamento o destino só existe para lhe proporcionar um filho morto. Só o jugo ardente do desejo poderá desafiar o fatalismo das premonições.

Capítulo Um

Inglaterra, 1816
Austin Randolph Jamison, nono duque do Bradford, observava seus convidados de um canto sombrio. Os casais davam voltas sobre a pista de dança: um arco-íris de mulheres que luziam jóias e trajes caros acompanhadas por cavalheiros impecavelmente vestidos.
Centenas de velas de cera de abelha cintilavam nos lustres, envolvendo com um brilho quente o salão onde se celebrava a festa. Mais de duzentos membros da alta sociedade se reuniram naquela casa, e teria bastado a Austin estender o braço para tocar a uma dúzia de pessoas.
Mas nunca havia se sentido tão sozinho.
Saiu da sombra, agarrou uma taça de brandy da bandeja de prata de um criado que passava por ali e a levou aos lábios.
—Ah, por fim o encontro, Bradford. Estive buscando-o por toda parte.
Austin ficou paralisado, reprimindo uma imprecação. Não sabia com certeza quem lhe tinha falado, mas não importava.
Sabia, no entanto, o motivo pelo qual a pessoa que se encontrava atrás dele o estava procurando, por isso o nó em seu estômago. Não tinha escapatória, assim que bebeu a metade de seu brandy de um gole, preparou-se mentalmente e se voltou.
Lorde Digby se encontrava ante ele.
—Acabo de visitar a galeria, Bradford - disse Digby — O novo retrato de William com seu uniforme militar é magnífico. Parece-me uma comemoração muito adequada — O redondo rosto adotou uma expressão carrancuda enquanto sacudia a cabeça — Que espantosa tragédia, morrer em sua última missão.
Austin se obrigou a fazer um cortês gesto de assentimento.
—Estou de acordo.
—Mesmo assim, é uma honra morrer como um herói de guerra.
Austin notou uma pressão crescente no peito. Herói de guerra.
Deus fosse verdade. Entretanto, a carta que guardava trancada na gaveta de seu escritório tinha confirmado suas suspeitas de que não o era.
De repente lhe veio à mente uma fugaz imagem de William, essa última imagem diliradora que nada poderia apagar.
Um sentimento de culpa e arrependimento se apoderou dele, e seus dedos apertaram com força a taça de brandy.
Ar. Necessitava desesperadamente respirar ar fresco para clarear seus pensamentos. Depois de dar uma desculpa, encaminhou-se para as portas envidraçadas.
Caroline, sua irmã, sorriu ao vê-lo, fazendo-o devolver-lhe um sorriso forçado. Embora as reuniões sociais o aterrorizassem, agradava-lhe ver Caroline tão contente. Fazia muito tempo que essa faísca de alegria despreocupada não lhe iluminava o formoso rosto, e se para fazê-la feliz ele tinha que desempenhar o papel de anfitrião nesse maldito baile, isso era precisamente o que faria.



Série Whirlwind
1- Um Casamento Imprevisto
Série Concluída

23 de abril de 2010

Um Amor Escondido










Para escandalizar à rigorosa,
dissimulada e puritana sociedade em que vive,
Catherine Ashfield, viscondessa Bickley,
acaba de ajudar uma amiga na publicação de um manual para as damas que perverte todas as normas do decoro.
Nunca pensou que esta diversão fosse prejudicá-la, obrigando-a abandonar Londres em companhia de um atraente protetor.

Seu guardião é Andrew Stanton, o melhor amigo de seu irmão, um plebeu.
Mas sem saber, ele está obrigando à formosa e independente Catherine, que renega ao amor, a reconsiderar sua posição.
Assim os segredos, paixões e um amor escondido estão convertendo o homem que prometeu proteger à viscondessa, no mais doce dos perigos...

Capítulo Um

A mulher moderna atual deveria lutar pela iluminação pessoal, a independência e a franqueza. O lugar próprio para dar começo a esta luta pela igualdade é a cama...
—Um escândalo, isso é o que é – ouviu-se o ultrajado sussurro de uma voz masculina— Minha esposa apareceu não sei como, com um exemplar desse maldito Guia feminino.
—Como sabe? —ouviu-se dizer outro resmungo masculino.
—É mais que óbvio. A julgar por sua forma de agir. Não faz mais que vomitar estupidez sobre a mulher moderna atual e sobre a independência como um bule fervendo. Ontem mesmo entrou no meu quarto e me perguntou sobre meus resultados no jogo e sobre a quantidade de tempo que passo no White's!
Seguiram agudas inspirações.
—Mas que ultraje - sussurrou o outro irritado.
—Precisamente o que eu disse.
—O que fez?
—Naturalmente, mandei que ela saísse do quarto, chamei uma carruagem e a enviei ao Asprey's para que comprasse uma roupa nova para se distrair.
—Excelente. Devo entender que sua estratégia surtiu efeito?
—Infelizmente não como eu teria desejado.
Ontem à noite a encontrei me esperando no quarto. Deu-me um bom susto, te garanto. Sobre tudo porque havia acabado de me despedir da minha amante e estava muito esgotado.
Maldita seja uma esposa não deve dizer tais barbaridades nem se tornar tão exigente.
—Minha esposa fez exatamente o mesmo na semana passada – ouviu-se um terceiro sussurro ofendido— Entrou no meu quarto com todo o descaramento que possam imaginar, empurrou-me contra o colchão e logo...
bom, o único modo em que me atrevo a descrevê-lo é dizer que saltou sobre mim. Deixou meus pulmões sem uma gota de ar e esteve a ponto de me esmagar.
Ali permaneci imóvel debaixo dela em estado de choque, lutando para recuperar o fôlego, e ainda por cima ela me diz com o mais impaciente dos tons: “Move um pouco o traseiro”.
Conseguem imaginar atos e palavras mais indignos? E, então, justo quando acreditei que não podia me causar maior espanto, exigiu saber por que eu nunca...
A voz se apagou ainda mais e lady Catherine Ashfield, viscondessa de Bickley, inclinou-se mais sobre o biombo oriental que ocultava sua presença dos homens que falavam do outro lado.



1- Maldição de Amor
2- Um Amor Escondido
3- Quase Um Cavalheiro
4- Um Romance Impossível

Quase Um Cavalheiro

Regência Histórica

Por insistência de seu pai,
Lady Vitória Wexhall se vê forçada a viajar de Londres ao imóvel rural do visconde Sutton, na Cornualha, onde não se interessa tanto pelo nobre como por seu irmão menor, o Dr. Nathan Oliver, um antigo espião.

O destino tornou a unir Vitória com o primeiro homem a quem beijou, faz três anos, antes de que se apagasse do mapa depois do fim turvo de uma de suas missões.
Mas o reencontro na Cornualha não está livre de dificuldades.
Nathan deve recuperar umas jóias roubadas, para o que Vitória resulta ser uma pista involuntária.
Esporeada pela busca das jóias e do misterioso ladrão, e por causa de uma atração intelectual e física, a relação entre Vitória e Nathan avança a chamas por uma novela onde abundam os pretendentes de linhagem, os diálogos faiscantes e a sensualidade de toda uma época.

Nota da Revisora Roberta: Gostei muito do livro e adorei fazê-lo.

Prólogo

Cornwall, 1817
Nathan Oliver protegeu contra seu peito a valise de couro gasto cheio de jóias roubadas e se recostou contra a áspera casca do imenso olmo em na tentativa de recuperar o fôlego.
Uma bota de cano longo em toda regra... Já quase cheguei.
Já quase o obtive, pensou. Só tinha que cruzar o claro iluminado pela luz da lua, entregar o bota de cano longo ao homem que esperava do outro lado do bosque e tudo teria terminado.
Por fim desfrutaria de segurança econômica durante o resto de seus dias.
Inspirou lenta e profundamente, até que o ar chegou ao fundo de seus ardentes pulmões, acalmando assim seu pulso acelerado.
O coração lhe retumbava no peito, e não lhe custou perceber seus batimentos do coração nos ouvidos e na boca do estômago.
Apesar de que todas eram reações já conhecidas, experimentadas durante as dúzias de vezes que tinha agido assim anteriormente, nesta ocasião as sensações foram mais acusadas... por motivos que Nathan não duvidou em deixar sem piedade a um lado.
Maldição, sua consciência escolhia sem dúvida o momento menos conveniente para lhe censurar. Mesmo assim, e apesar de todos seus esforços por impedir sua intrusão, as dúvidas e a culpa que lhe tinham acusado desde que tinha aceitado levar ao final
este encargo em particular, sua consciência continuava lhe perseguindo.
Esquece-o. Assunto encerrado. Te limite a terminar com isto, disse-se.
Com maior cautela, jogou uma olhada atrás da árvore, com todos os sentidos alerta.
A lua se ocultou depois de uma nuvem, lhe sumindo na escuridão.
Uma brisa fresca, prenhe de aromas marinhos, sacudiu as folhas, mesclando-se com o canto noturno dos grilos e com o de uma coruja próxima.
Embora tudo parecesse em calma, Nathan notou que lhe fechava o estômago, alerta; um instinto que muito bom serviço lhe tinha feito no passado.
Ficou totalmente quieto durante dois minutos mais, esquadrinhando, aguçando o ouvido, mas não detectou nada estranho.
Colocou-se o vulto sob o braço, assegurando-o melhor contra o corpo, inspirou fundo uma vez mais e pôs-se a correr.
Quando quase tinha alcançado já o amparo do bosque do outro lado, ouviu-se um disparo. Nathan se jogou ao chão, dando um doloroso golpe no flanco. ouviu-se um segundo disparo de pistola em rápida sucessão, seguido por um surpreso grito de dor.
- Cuidado! - exclamou alguém.
Gelou-lhe o sangue nas veias. Demônios tinha reconhecido essa voz.
Levantou-se, apoiando-se nas mãos, e correu para o lugar de onde lhe pareceu que procedia o grito.
Depois de uma curva do atalho, viu no chão uma figura masculina.
Com toda sua atenção posta no homem derrubado, não ouviu o ruído a suas costas até que foi muito tarde, antes de poder reagir, viu-se empurrado e a mercê de um golpe que impactou diretamente entre suas omoplatas e lhe fez perder o equilíbrio.
A valise que continha as jóias saiu disparada de suas mãos, mas outra mão, embainhada em uma luva negra, a pegou.
Logo a escura figura se desvaneceu na escuridão, agarrando firmemente o que segundos antes tinha pertencido a Nathan.
Sem apenas denúncia, esporeado pelas afiadas garras do medo, levantou-se e correu até o homem que jazia no chão.
Caiu de joelhos junto a ele e olhou os olhos consumidos pela dor de seu melhor amigo.
- Maldito seja, Gordon, que demônios está fazendo aqui?



Regência Histórica
1- Maldição de Amor
2- Um Amor Escondido
3- Quase Um Cavalheiro
4- Um Romance Impossível

Um Romance Impossível

Regência Histórica


Colin Oliver, o visconde Sutton, deixa sua amada casa rural para procurar uma esposa em Londres.

Sem dúvida alguém bastante diferente de Madame Alexandra Larchmont: ela não está entre os da nobreza , mas é bela como poucas, e também é uma cartomante que se dedica a jogar cartas nos salões da alta sociedade.
Entretanto, Colin tem boas razões para não tirar o olhar de cima dela...
Durante anos, as cartas preveniram Alexandra contra o desconhecido de cabelos escuros, que causará estragos na sua vida, na noite em que o conheceu o seu primeiro pensamento foi fugir.
Por desgraça, também acerta ao ouvir a trama de um assassinato e, a única pessoa a quem pode recorrer é ao homem, que sabe que deveria afastar-se, um homem que a observa com um olhar francamente ávido.
O que acontece quando um olhar apaixonado começa a brilhar no rosto de um homem perigoso?

Capítulo Um

A festa anual de lorde e lady Malloran, promete ser este ano mais emocionante que nunca, já que contrataram para entretenimento os serviços da misteriosa e solicitada cartomante, madame Larchmont.
Dado que as previsões da madame são estranhamente precisas, sua presença em qualquer festa garante o êxito da mesma.
Também estará presente o visconde Sutton, um bom partido, que acaba de retornar a Londres, depois de uma prolongada estadia em sua propriedade na Cornualha e quem, segundo rumores, procura por uma esposa.
Não seria delicioso que madame Larchmont dissesse com quem, profetizam as cartas que vai casar-se?
Da Página da Sociedade do London Times.
Alexandra Larchmont cravou em lady Miranda um olhar intenso que contribuía para dar maior credibilidade às suas previsões.
Dado que lady Miranda era a segunda prima da anfitriã de Alex, lady Malloran, queria assegurar-se de que a jovem ficasse contente com a leitura de suas cartas.
—Embora adivinho pelas cartas e sua aura que sofreu no passado, seu presente está cheio de grandes promessas, festas, jóias e fabulosos vestidos.
Os olhos de lady Miranda brilharam de alegria.
—Excelente. E meu futuro? —sussurrou, inclinando-se para Alex.
A moça estava a ponto de baixar o olhar para consultar as cartas, quando a apinhada multidão de convidados da festa, se separou um pouco e sua atenção se viu atraída, pela visão de um homem alto e moreno.
O pânico percorreu suas terminações nervosas, e seus músculos se retesaram, porque face aos quatro anos transcorridos desde a última vez que o viu, o reconheceu imediatamente.
Nas melhores circunstâncias não seria um homem fácil de esquecer, e as circunstâncias de seu último encontro jamais poderiam descrever-se como «melhores». Embora ignorasse seu nome, sua imagem estava gravada a fogo em sua memória.


Regência Histórica
1- Maldição de Amor
2- Um Amor Escondido
3- Quase Um Cavalheiro
4- Um Romance Impossível
Série Concluída
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