27 de julho de 2016

Amante da Meia-Noite

Série Guerreiros Sombrios



A luta é contra o mal. 

Obrigado aos deuses. 
Os Guerreiros das Trevas estão batalhando desde a Escócia antiga até o mundo moderno — onde amor de uma mulher poderá libertá-los.
A Paixão de um Guerreiro
Conduzido pelo Deus feroz dentro dele, o Highlander Ian Kerr está determinado a lutar pela terra que ama e o irmão que perdeu. 
Mas quando é magicamente transportado para quatro séculos no futuro, encontra-se lutando contra seus próprios desejos... por uma mulher bela e encantadora, que poderia prender um guerreiro encantado.
A Magia de uma Mulher
Danielle Buchanan ouviu as lendas. Sentiu o poder do sangue de Druidesa em suas veias. Mas nunca conheceu um homem tão temível — ou tão assombrado — como o guerreiro Ian. 
Com sua magia, Dani deve ajudá-lo a combater um mal antigo. 
Com seu coração, deve acompanhá-lo em sua busca. Mas apenas com sua alma pode libertá-lo de sua maldição. E selar seus destinos juntos.

Capítulo Um

Inverness — Véspera de Ano Novo
Danielle fechou as botas que alcançavam seus joelhos e levantou-se da cama para olhar fixamente no espelho de corpo inteiro atrás de sua porta. Girou para um lado então para o outro olhando para o vestido preto colante que abraçava suas curvas.
— Definitivamente preciso malhar mais, — murmurou com uma careta e encolhendo seu estômago.
A porta foi aberta e Whitney, uma de suas colegas de quarto, meteu sua cabeça escura pela porta. — Uau, Dani. Você está maravilhosa!
— Tem certeza que não quer vir comigo? — Danielle pediu pela décima vez. Elas planejaram passar o ano novo juntas com outro grupo de amigos dois meses atrás, mas agora Dani acabou ficando sozinha com Mitchell. Não que Mitchell fosse um cara mau, só alguém que ela não se interessava em ter um encontro.
Whitney riu e agitou sua cabeça. — De jeito nenhum! Joe disse que tem algo que quer conversar comigo. Eu acredito que finalmente vai me pedir para casar com ele. Eu estou esperando por meses!
Danielle sorriu e abraçou Whitney. Ficava feliz por sua amiga, mas era apenas outra lembrança de que estava sozinha. Novamente.
— Quero que você me chame tão logo ele proponha. Bem, depois de você dizer sim, claro. — Danielle disse com uma risada.
— Eu ligo. Eu prometo. Escute, vim para perguntar se me emprestaria seu sapato preto de salto. O novo que você comprou esta semana?
Danielle se apressou até o armário e abriu a caixa com seus Kate Spade[1]. — Isso! Você precisa estar no seu melhor. Você sabe que as pérolas de Clair ficariam ótimas com seu vestido.
— Eu já as pedi emprestadas. — Whitney disse e pegou os sapatos. — Eu tenho as amigas mais maravilhosas do mundo.
Danielle sorriu quando apoiou sua mão na maçaneta. — Eu sou apenas grata que todas nós vestimos o mesmo tamanho. Isso me economizou muito dinheiro ao longo dos anos.
Quando Whitney caminhou para seu quarto, Danielle fechou a porta e seu sorriso esmaeceu. Era um grupo animado de amigos para festejar. Não que Danielle fosse uma festeira. Era o oposto na verdade. Tinham sido elas que a convenceram a comemorar nesse Ano Novo. E por caso você não saiba que todo mundo teria algo planejado com seus namorados?
Danielle suspirou e olhou para o relógio em sua cabeceira. Era um pouco mais de dezessete horas. Tinha tempo suficiente para fazer algumas coisas antes de encontrar com Mitchell e irem para a Blink’s. A Blink’s era a mais nova e concorrida boate em Inverness, e eles estavam organizando um inferno de uma festa hoje à noite.
Depois de mais uma olhada no espelho, Danielle alcançou as pulseiras em sua penteadeira e deixou seu quarto. Gostava do som das pulseiras de prata ao deslizar seus braços.
— Estou indo! — Danielle gritou.
— Cuide—se! — Whitney gritou por sua porta. — Tem previsão de uma nevasca para hoje à noite!
Danielle gemeu interiormente enquanto embrulhava seu cachecol ao redor seu pescoço antes de vestir suas luvas. — Era só o que faltava!
Agarrou sua bolsa e chaves e deixou o apartamento. Uma explosão de vento frio a encontrou enquanto fechava a porta e se apressava pelos degraus em direção a seu carro encostado no meio fio.
O carro, um Mini econômico dos anos 70, tinha sido de sua tia Josie. Quando Josie ficou muito doente para dirigi-lo, deu-o para Danielle. Danielle amou o carro, mesmo que não fosse muito confiável.
Destrancou sua porta e deslizou no assento do motorista. Como sempre, o carro não pegou na primeira tentativa.
— Vamos! 









Série Espada Negra
1– O Beijo do Demônio
2– O Pergaminho Oculto
3– Highlander Perverso
4– Highlander Selvagem
5– O Amuleto Secreto
6– O Highlander Escuro
Série Espada Negra continua...com salto no futuro
(Série Guerreiros Sombrios)
1- Mestre da Meia-Noite 
2-  Amante da Meia-Noite




26 de julho de 2016

O Prelúdio de Camelot



Um menino nascido para ser rei

Uther Pendragon, o rei de Kernow, deseja Ygraine, mulher de um de seus vassalos. Com a ajuda do mago Myrddin, ele consegue tê-la e, com ela, concebe Arthur.
Arthur cresce sem saber quem é seu pai. Seu mentor é Myrddin, e a única coisa que ele sabe é que deve lutar para salvar a Bretanha dos saxões...
Uma menina destinada a ser rainha
O melhor amigo de Arthur é Bedwyr, irmão mais velho de Gwen, uma menina independente e corajosa, que vive em Cameliard e está determinada a livrar o vilarejo do jugo de um homem, seja ele quem for. Arthur e Gwen só se viram quando crianças, mas na adolescência ela tem sonhos freqüentes com um guerreiro valente e bonito, alguém que ela não conhece, mas que lhe desperta fantasias românticas e sensuais...
Um príncipe com sangue de feiticeiro
A força de Lancelot nas batalhas se equipara à de Arthur, assim como suas habilidades na cama... uma competição que um dia irá determinar o destino de Camelot...

Capítulo Um


Bretanha,  485 d. C.
Arthur, com dez anos, bateu as costas na carroça, espalhando pelo chão os pães frescos, irritando o mercador. A praça ruidosa ficou parada com a briga dos garotos com os ciganos.
Arthur gemeu ao se contorcer no chão, segurando a virilha, onde tinha sido atingido. O segundo chute acertou as costas miúdas e o fez ranger os dentes de fúria. Com um movimento repentino e ágil, virou-se e pegou o oponente pelas pernas, derrubando-o no chão. De joelhos, acertou um soco no rosto do cigano.
Com o canto dos olhos, viu o irmão, Kai, lutando com dois meninos ciganos e um terceiro que disparava em sua direção.
Afinal, por que Kai os teria xingado de cães piores que os saxões? Teriam problemas com sir Ector quando chegassem em casa!
Foi então que viu o brilho de uma adaga. Um homem de olhos escuros e com a cabeça coberta por um lenço sujo, rumava em direção de Kai com a lâmina em punho.
— Cuidado! — gritou Arthur, ao se colocar de pé e correr na direção do homem.
O estranho virou-se ligeiro, a adaga cortando o ar na direção de Arthur. Um braço, vindo do meio da multidão, não se sabe de quem, prendeu o pulso do atacante, que deixou a adaga cair no chão.
Myrddin soltou o homem ao se destacar do meio das pessoas.
— Chega. Tirem suas carroças e caiam fora daqui!
Ele encarou um a um dos presentes, os cabelos emaranhados mais parecendo a juba de um leão. Os ciganos se dispersaram sem demora, deixando os dois meninos com o druida.
— O que houve? — perguntou.
Kai mancou uns passos à frente.
— Um deles estava tentando roubar um pedaço de carne, e decidi impedi-lo. — Como Myrddin não disse nada, ele continuou: — Está bem, eu devo tê-lo xingado também.
— Por que estava brigando também? — Myrddin questionou Arthur, pousando nele seus olhos claros de águia.
Arthur levou a mão à boca e passou a língua para limpar o sangue que escorria em um canto.
— Eu tinha de defender Kai. Ele é meu irmão.
— É mesmo. Obrigado. — Kai parecia um carneiro. — Eu não fazia ideia de que eles eram muitos. Eu podia tê-los derrotado. Você sabe como gosto de uma boa briga.
— Quantas vezes eu já não disse que é melhor usar a cabeça em vez dos punhos? — indagou Myrddin. — Lutem apenas em casos extremos.
— Mas... — Kai protestou.
— Basta. — Myrddin levantou-se, ostentando sua altura sobre Kai, que recuou. — Trate de arrumar as carroças e ajeitar a bagunça que criou, além de pagar por tudo que estragou dos mercadores. Será difícil compensar a perda de alimentos, que além de um desperdício, é um insulto aos deuses. Mas estes saberão como lidar com você. Vamos ver o que sir Ector tem a dizer.
Ector empalideceu ao ouvir as histórias. Sua esposa, Bronwen, rezava baixinho enquanto enrolava as costelas de Arthur, olhando, nervosa, para o marido.
— Já que os dois fizeram papel de tolos em praça pública, podem tomar o lugar dos bufões no jantar e ceder-lhes seus lugares — declarou Ector com voz grave.
O coração de Arthur se confrangeu. Detestava ter de cantar e fazer papel de bobo. Se assim fosse, não teria tempo de estudar a lição de astronomia de Myrddin. Não haveria como se desculpar. Correu o olhar pela sala à procura do mentor, mas Myrddin continuou impassível. Arthur passou os dedos pelos cabelos.
— Estávamos nos defendendo, sir — disse Kai com o rosto vermelho. — O garoto estava tentando roubar carne!
Ector balançou a cabeça com veemência.
— Esse é um lar cristão, Kai. Não lhe passou pela cabeça que ele podia estar com fome? Você bem sabe que os ciganos não são bem aceitos.
— Mas ele continua sendo um ladrão.
Arthur prendeu a respiração. A atitude do irmão iria colocá-los em apuros de novo.
Fique quieto, Kai.
— E nessa sua batalha para salvar um pedaço de carne, você conseguiu destruir muita coisa que alimentaria os aldeões por alguns dias. — Ector relanceou o olhar para Arthur e voltou para o filho. — Vocês dois podem muito bem passar sem comida por um dia. Esta será a penitência.
Myrddin bateu no ombro de Arthur.
— É o carma, menino. Não lhe disse para não insultar os deuses? 




22 de julho de 2016

Era a Noite depois do Natal

Série Homens do Duque


Pierce Waverly, o conde de Devonmont, esteve afastado da mãe pela maior parte de sua vida. 

Quando a nova acompanhante de sua mãe, a Sra. Camilla Stuart, escreve para dizer-lhe que a mãe está gravemente doente, ele vai para casa. 
Mas quando descobre que a bela viúva o enganou a fim de efetuar uma reconciliação de Natal, ele se recusa a ficar, a menos que ela conheça os seus "termos."
Em algum lugar, entre tentar seduzir a bela Camilla e lutar contra as lembranças cruéis de seus Natais da infância, Pierce descobre que não apenas o perdão acontece de duas maneiras, mas que o amor pode florescer mesmo no mais frio dos invernos.

Capítulo Um

Dezembro 1826
Pierce Waverly, de trinta e um anos de idade, conde de Devonmont, sentou-se à mesa no estúdio de sua casa na cidade de Londres, vendo o correio enquanto esperava que sua amante atual chegasse, quando uma carta veio ao topo, dirigida por uma mão familiar. Uma dor igualmente familiar apertou seu peito, lembrando-o de outra carta anos atrás.
Que tolo ingênuo ele tinha sido. Mesmo tendo crescido e ficado mais forte, mesmo tornando-se o tipo de filho que o pai sempre tinha afirmado querer, nunca tinha sido admitido em casa novamente. Ele passou todas as férias escolares, de Natal, Páscoa e Verão, em Waverly Farm.
E depois que Titus Waverly e sua esposa morreram inesperadamente em um acidente de barco, quando Pierce tinha treze anos, o pai de Tito, o general Isaac Waverly, tinha retornado da guerra para assumir Waverly Farm e as crianças órfãs de Tito.
Mesmo Pierce não tendo recebido uma única carta de seus pais em cinco anos, tinha estado certo de que iria finalmente ser enviado para casa, mas não. Seja qual fosse o arranjo que Titus tinha feito com os pais de Pierce, foi aparentemente preservado com o tio-avô de Pierce, o general tinha caído direto no papel de pai substituto.
Apesar de tudo isso, ele tinha cuidado de Pierce até este ter dezoito anos, quando nenhum dos seus pais aparecera em sua formatura de Harrow, reconheceu a verdade. Não só seu pai o odiava, mas sua mãe não tinha nenhuma utilidade para ele, também. Aparentemente, ela tinha sofrido com sua presença até ele ter idade suficiente para ir à escola e à casa de parentes, e depois disso ela decidiu que tinha terminado com ele. Estava muito ocupada desfrutando da fortuna e influência do pai para se preocupar com seu próprio filho.
A dor explodiu em raiva por um tempo, até que atingiu a maioridade, aos vinte e um, e viajara para casa para enfrentar os dois. . .
Não, ele não podia suportar lembrar o fiasco. A humilhação daquela rejeição específica ainda enviava uma dor lancinante através dele.
Eventualmente também silenciaria aquilo; então talvez encontrasse alguma paz finalmente.
Ou seja, se a mãe deixasse. Ele olhou para a carta e seus dedos se apertaram em punhos. Mas ela não iria. Ela tinha envenenado sua infância e, agora que o pai estava morto e Pierce tinha herdado tudo, ela pensou que poderia esquecer tudo.
Vinha tentando desde o funeral, há dois anos. Quando mencionou seu regresso para “casa”, ele perguntou-lhe por que tinha esperado a morte de seu pai para permitir isso. Ele esperava uma litania de desculpas patentemente falsas, mas ela só disse que o passado era passado. Ela queria começar de novo com ele.
Ele bufou. É claro que queria. Era a única maneira de colocar suas mãos em mais dinheiro do pai do que o que havia sido deixado para ela.
Bem, para o inferno com ela. Podia ter decidido que queria desempenhar o papel de mãe de novo, mas ele não queria mais fazer seu papel de filho. Anos de anseio por uma mãe que nunca esteve lá, por quem ele teria lutado contra dragões quando um menino, haviam congelado seu coração. Desde a morte de seu pai, não tinha aquecido um grau.
Só que cada vez que via uma de suas cartas…
Reprimindo uma maldição amarga, ele jogou a carta fechada ao seu secretário, o Sr. Boyd. Uma coisa que tinha aprendido a partir da última carta que lhe tinha escrito, quando ele era um menino, era que as palavras não significavam nada. Menos do que nada. E a palavra amor em particular era apenas uma palavra. - Coloque isso com as outras —, disse a Boyd.
- Sim, meu senhor. - Não havia nenhum indício de condenação, nenhum indício de reprovação na voz do homem.
Bom homem, Boyd. Ele sabia de tudo. No entanto, Pierce sentiu a mesma pontada de culpa, como sempre.
Droga, tinha feito certo com sua mãe, por tudo o que ela nunca tinha feito direito por ele. A herança do pai estava inteiramente sob seu controle. Ele poderia tê-la privado de tudo, se assim o desejasse - outro homem poderia tê-lo feito – mas, em vez disso, fixou-a na casa da viúva da propriedade, com abundância de criados e suficiente dinheiro para deixá-la confortável. 
Não o suficiente para viver extravagantemente - ele não podia levar-se a dar-lhe isso - mas o suficiente para que não pudesse acusá-lo de negligência.
Até contratou uma dama de companhia para ela que, no final das contas, se provou perfeita para a posição. Não que soubesse por si mesmo, uma vez que nunca tinha visto a indomável Sra. Camilla Stuart em ação, nunca a vira com sua mãe. Nunca via a mãe, de todo modo. Ele tinha estabelecido a lei do primogênito. Ela estava livre para vaguear por Montcliff, sua propriedade em Hertfordshire, quanto quisesse quando ele não estivesse na residência, mas quando ele estivesse lá para cuidar dos assuntos imobiliários, ela ficaria na casa da viúva e bem longe dele. Até agora, ela cumprira este acordo.
Mas as cartas chegavam, de qualquer maneira, uma vez por semana, como acontecia desde a morte do pai. Dois anos de cartas empilhadas em uma caixa agora transbordando. Tudo fechado. Por que teria ele que ler as dela, quando ela nunca respondera à uma única das suas quando menino?
Além disso, provavelmente estavam cheias de pedidos lisonjeadores para mais dinheiro agora que detinha os cordões da bolsa. Ele não cederia àquilo, droga.
- Meu senhor, a senhora Swanton chegou.








Série Homens do Duque
1-  Era a Noite depois do Natal



20 de julho de 2016

Coleção Barbara Cartland


A Conquista de uma Mulher
A luta pelo amor dessa mulher fez de Michael um vencedor.
Kristina esperou que todas as luzes da mansão estivessem apagadas para deixar seus aposentos e descer as escadas sorrateiramente. Apesar de ter sido obrigada pelo pai a se casar com Michael, não podia permanecer ali, ao lado de um homem que mal conhecia e que não amava. Kristina, porém, não imaginava a cilada que o destino lhe armara: Michael apaixonara-se por ela à primeira vista, e estava disposto a tê-la sempre a seu lado, nem que precisasse fingir ser apenas seu amigo para conquistar-lhe o coração...

Galante Aventureiro
Um homem inescrupuloso e ciumento envolveu Tânia numa intriga mortal!
Seguindo pelo corredor magnificamente iluminado do Hotel Langhan, no coração de Londres, Tânia Orenville agradecia aos deuses a oportunidade de estar ali, naquela festa sofisticada. Atenta às pinturas que enfeitavam as paredes, Tânia não teve tempo de gritar ao ser puxada para dentro de um quarto, enquanto uma voz desconhecida lhe dizia: “Sou o marquês de Rakecliffe, é uma questão de vida ou morte, me ajude!”
Espião Apaixonado
Em meio à paz do campo, um poder misterioso nublando a luz do amor!
Terminada a valsa, Martha soltou-se dos braços de Alexis, o príncipe russo, ruborizada. Não estava acostumada a ouvir tantos galanteios. Afastou-se ainda enlevada, desejando ouvir mais, beber dos lábios experientes a sabedoria do amor... Martha percebeu que podia estar se apaixonando pelo belo e misterioso príncipe! Tinha de escapar imediatamente, pois poderia comprometer a missão que lhe fora confiada: desmascarar um espião russo infiltrado na corte inglesa!


Baixar  na Biblioteca em Títulos.
- AVISO: Existe também uma pasta "Coleção Barbara Cartland' dentro da Pasta da Autora Barbara Cartland com + de 500 ebooks por número.

16 de julho de 2016

Quando o Duque era Imoral

Série Cavalheiros Escandalosos de St.James




Eles são os solteiros mais cobiçados da Inglaterra, com a reputação mais escandalosa. 

Mas para a mulher certa, até mesmo um ladino impenitente pode consertar seus modos...
A ampla herança de Lady Grace Mabry tornava impossível para ela dizer se um pretendente estava apaixonado por ela, ou enamorado de suas riquezas. 
Quem melhor para distinguir um homem sincero de um canalha do que seu notório amigo de infância, o Duque de Lovingdon?
Com nenhum interesse em casamento, Lovingdon há muito tempo vivia apenas por prazer. Ele via pouco dano em ajudar Grace a encontrar um par adequado. Afinal, ele estava familiarizado com todas as manobras que um canalha usa para ganhar as atenções de uma mulher. Ele simplesmente teria que ensinar a adorável inocente como distinguir emoções honestas das falsas.
Por que não fazer isso através da demonstração de sua má conduta? Mas, conforme as aulas os levam a uma paixão tórrida e Grace se envolve na trama de casamento de outro homem, Lovingdon deve travar uma jogada desesperada: Abrir seu coração totalmente, ou correr o risco de perder a mulher que adora...

Capítulo Um

Londres, 1874
O Duque de Lovingdon apreciava nada mais do que ser aninhado entre as doces coxas de uma mulher.
A menos que ele estivesse deslizando as mãos sobre seu corpo quente e macio, enquanto ela acariciava seus ombros, peito, costas. Ou ouvindo o engate de sua respiração, um suspiro murmurado, um-Rap. Ele fez uma pausa, ela se acalmou.
— O que foi isso? — ela sussurrou. Ele balançou a cabeça, olhando em seus olhos castanhos e dedilhando para trás de seu rosto corado as mechas de seu cabelo de ébano. — A residência estabelecendo-se, sem dúvida. Não dê atenção.  Ele abaixou a boca para a garganta de seda, saboreando sua pele aquecida-Rap. Rap.  Maldição!
Ele piscou. — Desculpe-me, só um momento.
Rolando para fora da cama enorme que tinha sido construída especialmente para acomodar seu grande corpo, ele atravessou o espesso tapete Aubusson, seu temperamento mal controlado. Seu mordomo — todos os seus servos — sabiam que não deviam perturbá-lo quando ele estava desfrutando das oferendas de uma mulher.
Ele fechou a mão em torno do punho, abriu o trinco.
— É bem melhor ser condenadamente sangue ou fogo...
Ele abriu a porta. — ... qualquer coisa que seja...
Ele olhou fixamente para os largos, arredondados olhos de safira que mergulharam para baixo antes de rapidamente levantarem-se e confrontarem os seus olhos cor de âmbar.
— Cristo, Grace, que diabos?
Antes que ela pudesse responder, ele fechou a porta, pegou a calça do chão, apressadamente colocou-a, e passou a abotoá-la.
— Outra de suas amantes? — A lânguida mulher em sua cama perguntou.
Ele agarrou a camisa de linho de onde estava estendida sobre uma cadeira. — Bom Deus, não. Ela é apenas uma criança. — Ou, pelo menos, ela tinha sido na última vez que ele a tinha visto. Que diabo ela estava fazendo ali e naquela hora da noite? Ela não tinha juízo?
Depois de colocar sua camisa, ele deixou-se cair na cadeira e colocou as botas. Ele não sabia por que ele estava preocupado com a sensibilidade de Grace. Era realmente um pouco tarde para se preocupar com isso, considerando a visão que ele tinha dado a ela quando ele abriu a porta. Ele tinha de lhe dar crédito, no entanto, ela apartou a vista com altivez sem restrições. Ela sempre foi uma pequena diaba ousada, mas ela tinha levado as coisas longe demais esta noite.
Ele levantou-se e cruzou para a cama. Inclinando-se, beijou a testa adorável. — Eu não vou levar mais de um momento em despachar ela. — Depois de dar-lhe uma piscadela reconfortante, ele atravessou o quarto, abriu a porta com um pouco mais de calma, e entrou no corredor, fechando a porta atrás de si.
Grace ficou onde ele a deixou, corando profundamente de seu pescoço até as raízes de seu cabelo acobreado. Suas sardas não tinham desaparecido, elas tinham sido suprimidas. — Sinto muito por ter despertado você.
Isso é tudo que ela pensou que ele estava fazendo? Mas então ela era uma inocente senhorita de dezenove anos, e enquanto os rapazes com quem ela tinha crescido eram mais canalhas do que cavalheiros, todos tinham feito o que podiam para preservar a sua inocência. Para ela, seus maus modos eram pouco mais do que rumores.
— É depois da meia noite. Você está na residência de um solteiro. O que você está pensando? — ele perguntou.
— Eu estou em apuros, Lovingdon, uma situação da mais extrema. Preciso da sua ajuda.
Ele estava prestes a dizer-lhe para procurar ajuda em outro lugar, mas ela olhou para ele com aqueles grandes olhos azuis inocentes que o deixaram com pouca escolha a não ser sugerir que fossem a sua biblioteca. Ela sempre tinha aquele irritante efeito sobre ele, desde que ela era uma menina e olhava para ele como se ele fosse um cavaleiro errante capaz de matar dragões.
Talvez em sua juventude, quando o dragão era pouco mais que seu gato mal-humorado necessitando ser resgatado de um galho de árvore...
Mas ele tinha aprendido através da dura experiência que ele não era um matador de dragões.
Depois de chegarem à sala perfumada de mofo, ele cruzou para uma mesa que abrigava uma variedade de decantadores. Em silêncio, ele derramou em um copo uísque e no outro brandy. Ele esperava através da esperança que enquanto estivesse se servindo, ela tivesse ido. Mas quando ele se virou, ela ainda estava lá, estudando-o como se estivesse procurando alguma coisa, e ele se viu desejando que ele tivesse tomado um pouco mais de tempo no vestuário. 








Série Cavalheiros Escandalosos de St.James
1- Quando o Duque era Imoral



8 de julho de 2016

Coração Cativo




Katrine Campbell decide voltar para as Highlands para encontrar suas raízes.

Mas nem mesmo em suas fantasias mais loucas imaginou que acabaria sequestrada por Raith MacLean, um homem tão perigoso quanto arrebatador.
A única coisa que o jovem despreza mais do que os traidores dos Campbell é Katrine, que é inglesa e leva o sobrenome do odiado clã.
Mas quando Raith permite que sua bela e rebelde cativa lhe roube o coração, se dá conta de que o amor lhe causa muito mais problemas do que os seus inimigos.

Capítulo Um

Argyll, Escócia, 1761
Só poderia estar louca. O desconhecido que cobria sua boca deveria ser o produto de sua imaginação muito fértil.
Mas talvez estivesse acordada e em plena posse de suas faculdades mentais, e realmente estava sendo atacada na biblioteca de seu tio no meio da noite.
Katrine Campbell olhou fixamente com seus olhos verdes ao homem de feições duras e cabelo negro como o ébano. Tinha retornado a Escócia depois de quinze anos de ausência, em busca de romantismo e aventura que seu temperamento apaixonado tanto desejava, mas nunca imaginou o que encontraria!
Porque na verdade até então nada saía como tinha planejado.
Havia chegado da Inglaterra essa tarde e repentinamente se encontrou no meio de um grande tumulto. Mas se tinha conseguido compreender, cem cabeças de gado foram roubadas dos arrendatários do duque de Argyll, aparentemente como vingança pelo aumento dos aluguéis. Sendo o administrador das propriedades ao oeste do duque, Colin Campbell queria ver os ladrões presos e castigados o mais rápido possível.
— Esses malditos MacLean! — Gritava ele ao jovem soldado inglês que tinha vindo comunicar o roubo. — Os penduraremos por isso! É a última vez que roubam ao clã Campbell!
Katrine notou que a hora era pouco apropriada para falar com seu tio e pedir sua permissão para permanecer por um momento a mais.
Para falar a verdade, conseguiu persuadi-lo a deixá-la passar a noite ali antes dele se retirar fechando com um golpe a porta enquanto murmurava entre dentes contra os parentes inoportunos e os ladrões MacLean.
Estava quase agradecida por esses MacLean distraírem a atenção de seu tio logo depois de sua chegada. Assim teria mais tempo para preparar seus argumentos. Um viúvo sem filhos como Colin Campbell dificilmente aceitaria de bom grado a ideia de hospedar uma sobrinha que não via há muitos anos. Entretanto, Katrine esperava o convencer de que a deixasse ficar ao menos um mês e em troca ela se ofereceria para cuidar da casa, que pela aparência das janelas e do mobiliário deteriorado estava necessitando dos cuidados de uma mulher.
Resolvida a provar que podia ser útil, começou a organizar algumas mudanças, fazendo caso omisso dos resmungos de uma criada descortês. Depois de terminar de jantar escreveu cartas para suas duas irmãs e a tia Gardner, informando de sua chegada à casa de seu tio. Era bastante tarde quando se retirou ao seu aposento.
Aproximadamente uma hora e meia depois, quando estava alerta esperando a chegada de seu tio, Katrine escutou som de passos no andar de baixo e um chiado de uma dobradiça que precisava de óleo.
Ficou de pé rapidamente, cobrindo-se com uma manta seus ombros. A maior parte de sua bagagem ainda não tinha chegado e precisava de algo para cobrir a camisola. Depois de calçar sapatilhas, foi se olhar ao espelho, seus cabelos encaracolados e rebeldes continuavam obedientemente presos sob a touca de dormir. Acendendo uma vela, deixou o quarto em direção a escada, onde divisou a luz sob a porta da biblioteca.
Bateu na porta brandamente e esperou a ordem de entrar.
— Tio, um senhor conseguiu capturar...
Em uma fração de segundo Katrine viu um desconhecido que usava um casaco negro e que mantinha seu cabelo escuro preso com uma fita. No mesmo olhar captou dois livros de registro de seu tio abertos sobre a escrivaninha, iluminado por uma lamparina.
— Desculpe, mas isso...











3 de julho de 2016

Cativa do Guerreiro






Um casamento forjado na vingança e no desejo!

Isabella de Warehaven é perfeita para a vingança que Richard de Dunstan planeja.
E agora que ele a tem sob seu domínio, nada poderá impedi-lo de realizar seu ardil.
Usando Isabella como isca, ele pretende atrair o prometido dela, o assassino Glenforde, de volta à cena do crime.
Quando o rigoroso inverno aprisiona Isabella na fortaleza de Richard, ela não tem escolha a não ser aceitar se tornar a esposa dele. Incapaz de negar a perigosa atração que sente por Richard, Isabella conseguirá salvar a alma atormentada de um guerreiro implacável?

Capítulo Um

Castelo de Warehaven Outono de 1145
Os homens não passavam de sapos, pulando para cá e para lá, sem aviso e sem se importar com coisa alguma nem com ninguém. Se antes ela tinha dúvidas, agora tinha certeza.
O ar frio da noite pouco ajudou a acalmar sua ira crescente. Isabella de Warehaven abriu caminho em meio às pessoas reunidas ao ar livre na área externa do castelo de seu pai. Precisava ficar algum tempo sozinha antes de voltar para a festa que estava prestes a começar.
Seu noivado, e em breve seu casamento, com Wade de Glenforde tinha sido meticulosamente planejado durante meses. Cada detalhe fora visto e revisto com o máximo cuidado. Cada linha do acordo fora examinada tendo em vista o futuro... o futuro dela.
E em questão de poucos minutos ela jogaria todo o planejamento de seu pai para os ares. Seus pais ficariam muito aborrecidos, e ela não gostava nem um pouco da ideia de decepcioná-los, mas simplesmente não podia se casar — não se casaria — com Glenforde. Ele que se casasse com a rameira que dava risadinhas irritantes e que ela o vira beijando e levando para uma alcova privativa.
Felizmente, sua mãe e seu pai haviam dado a ela e à irmã mais nova, Beatrice, a rara bênção da escolha. E da mesma forma que seu pai, cansado de vê-la entediada e lamentando por não ter um príncipe encantado em sua vida, tratara de arrumar-lhe um pretendente, Isabella tinha certeza de que ele não a forçaria a levar aquele noivado adiante. Especialmente quando ficasse sabendo do comportamento indecoroso de Glenforde.
Isabella apressou o passo conforme a recente lembrança renovava sua fúria. Uma coisa era ele ter uma rameira, mas outra bem diferente era ele alardear ostensivamente esse relacionamento, e dentro da morada do pai dela! E fazer isso na noite da comemoração do noivado deles ultrapassava todos os limites do aceitável.
E a essa indiscrição somava-se a atitude agressiva dele naquela tarde, quando a empurrara para o chão durante uma discussão em que ele fizera insinuações sobre Beatrice.
Se ele agia dessa forma agora, como seria depois que estivessem casados?
Ela não pretendia encontrar uma resposta para essa pergunta. Tinha certeza de que, quando explicasse tudo a seus pais, eles entenderiam seus receios com relação àquele noivado, e ela nem precisaria se preocupar mais em como seria depois do casamento.
Era provável que eles ficassem muito decepcionados por terem sido enganados e induzidos pela tia dela a acreditar que Wade era um bom rapaz. A meia-irmã de seu pai, a imperatriz Matilda, insistira que Wade de Glenforde não só era um excelente partido, como também o pretendente perfeito: era jovem, rico, solteiro e, mais importante que tudo, apoiava a reivindicação dela ao trono do rei Stephen. Para piorar a situação, a imperatriz tinha prometido oferecer a Wade um castelo, propriedades e um título digno e apropriado ao marido de Isabella. Como poderiam seus pais recusar tal oferta?
Cerrando os punhos, ela alargou as passadas num esforço para se afastar dos convidados que aos poucos se aproximavam da entrada do salão nobre. Teve de conter o impulso de gritar.Mas o som forte de borrifo d’água e a umidade fria infiltrando-se em suas sapatilhas bordadas tornou impossível segurar o grito.
— Deus meu, o que mais falta me acontecer neste dia maldito?!


2 de julho de 2016

A Fuga

Série O Clube dos Sobreviventes
Depois de sobreviver às guerras napoleônicas, Sir Benedict Harper está lutando para seguir em frente, seu corpo e seu espírito necessitado de um toque de cura. 

Nunca Ben poderia imaginar que a esperança chegaria na forma de uma bela mulher que viveu a sua própria cota de sofrimento. 
Após a morte lenta de seu marido, Samantha McKay está à mercê de seus opressores sogros até que traça uma fuga para Wales, para reivindicar uma casa que herdara. 
Sendo um cavalheiro, Ben insiste em acompanha-la na viagem fatídica. Ben quer Samantha tanto quanto ela o quer, mas ele é cauteloso. O que pode uma alma ferida oferecer a qualquer mulher?  Samantha está pronta para ir onde o destino a levar, deixar para trás a sociedade educada, e até mesmo o decoro, em seu desejo por este belo e honrado soldado. Mas ela ousaria oferecer seu coração ferido, bem como o seu corpo? 
As respostas a ambas as perguntas podem ser encontradas em um lugar improvável: nos braços um do outro.

Capítulo Um

Era quase meia-noite, mas ninguém fazia qualquer movimento para retirar-se para cama.
— Você vai achar tudo muito tranquilo por aqui depois que partirmos, George — Ralph Stockwood, conde de Berwick, comentou.
— Vai ficar silencioso, com certeza. — O Duque de Stanbrook olhou em volta do círculo de seis pessoas que se reuniam na sala de estar em Penderris Hall, sua casa de campo na Cornualha, e seus olhos se detiveram com carinho em cada um deles, por sua vez, antes de passar ao próximo. — Sim, e tranquilo também, Ralph. Mas eu vou sentir uma falta terrível de vocês.
— Você estará co-contando suas bênçãos, George, — disse Flavian Arnott, Visconde Ponsonby, — assim que perceber que não terá que ouvir Vince raspar em seu v-violino por mais um ano inteiro.
— Ou os gatos uivando em êxtase junto com a música que ele cria — Vincent Hunt, visconde Darleigh, acrescentou. — Você pode muito bem mencionar isso também, Flave. Não há necessidade de considerar a minha sensibilidade.
— Você toca com muito mais competência do que no ano passado, Vincent — Imogen Hayes, Lady Barclay, assegurou. — No próximo ano eu não duvido que você vai ter melhorado ainda mais. Você é uma maravilha e uma inspiração para todos nós.
— Posso até dançar uma das suas músicas em um destes dias, desde que não seja muito enérgica, Vince — Sir Benedict
Harper olhou com tristeza para as duas bengalas apoiadas contra o braço da cadeira.
— Por acaso você não abriga a esperança de que todos nós decidamos ficar mais um ano ou dois, em vez de partir amanhã, George? — Hugo Emes, Lorde Trentham, perguntou, parecendo quase melancólico. — Eu nunca soube de três semanas que passassem tão rapidamente. Chegamos aqui, piscamos, e agora já é hora de seguir nossos caminhos separados novamente.
— George é demasiado e-educado para dizer um simples não, Hugo — Flavian disse a ele. — Entretanto, a vida nos chama, infelizmente.
Eles estavam se sentindo um pouco piegas, todos os sete, os membros do auto-denominado Clube dos Sobreviventes. Em uma época, todos tinham passado vários anos em Penderris, se recuperando de ferimentos sofridos durante as guerras napoleônicas. 
Embora cada um tivesse que lutar uma batalha solitária para a recuperação, eles também tinham ajudado e apoiado um ao outro e se tornado tão íntimos como quaisquer irmãos — e irmã. Quando tinha chegado a hora deles partirem para criar novas vidas para si ou para recuperar as velhas, tinham ido com uma mistura de ânsia e apreensão.
A vida era para ser vivida, todos concordavam, mas o casulo em que haviam sido envolvidos por tanto tempo manteve-os a salvo e até mesmo feliz. Eles tinham decidido que voltariam para a Cornualha por algumas semanas a cada ano para manter viva sua amizade, partilhar suas experiências de vida além dos limites familiares de Penderris, e para ajudar com qualquer dificuldade que pudesse surgir para um ou mais deles.
Esta tinha sido a terceira reunião deste tipo. Mas agora tudo acabara por mais um ano, ou acabaria no dia seguinte.









Série O Clube dos Sobreviventes
1- A Proposta
1,5- O Pretendente
2- O Acordo
3- A Fuga
O Grupo não continuará a traduzir a série 
porque foi comprada pela Editora Arqueiro.


28 de junho de 2016

Um Highlander libertino

Série Medieval


Dougald MacNeill é o seguinte ao irmão mais novo MacNeill e ele não está prestes a se estabelecer, até Lady Alana Cameron estar acomodada em seu colo ... e, em seguida, começa o problema.

Quando Dougald encontra Alana vagando pelos campos nas terras MacNeill, ele a leva para ver seu irmão, lorde James, no Castelo Craigly, para determinar seu destino. 
Mas quem a enviou para lá e por quê? 
O tio dela, lorde do clã Cameron, que guerreou com os MacNeills há anos, fez um acordo de união com outro clã e isso agora está em jogo. Após ter testemunhado a morte do pai, e, até mesmo, acreditando que ele havia retornado para sua casa, quando ele estava morto, Alana descobre que tem o dom, ou maldição, de ver os recém-falecidos e, por vezes, aqueles que já devem ter partido há muito tempo. 
Seu próprio irmão, falecido, continua a atormentá-la, e agora que Dougald MacNeill pensa em se casar com ela, a foice da morte poderia ter seus benefícios. A irmã de Dougald, que é uma fantasma mal-humorada, que ofereceu-se a Alana para ajudar a manter Dougald na linha, se ele pensar em se afastar.
Mas quem enviou Alana nessa missão tola, para removê-la das terras de Cameron e a colocou diretamente aos cuidados de Dougald, e quem realmente matou seu pai e seu irmão, e que tem tudo a ver com Alana? Será que ela e Dougald descobrirão a verdade antes que seja tarde demais?
2- O Inesperado Highland Herói
3- Um Highlander libertino

27 de junho de 2016

Até a Eternidade

Uma mistura de fantasia e romance.

Esta é a estória de uma professora de colégio moderno, Roseleen White, e sua espada antiga. Colecionadora nata de armas antigas, seu maior interesse é colecionar espadas.
Seu maior desejo é conseguir a Blooddrinker’s Curse, uma estranha e antiga espada, no entanto, o dono se nega a vender-lhe e afirma que existe uma maldição que impede que a espada seja propriedade de uma mulher.
Apesar disso, por intermédio de seu irmão adotivo, Roseleen consegue adquirir a espada escandinava de mil anos e está empenhada em descobrir tudo sobre a espada que chegou a suas mãos, mas não esta preparada para o que acontece quando ela agarra a empunhadura da espada em suas mãos.
De repente um guerreiro poderoso e bonito aparece!
A espada está enfeitiçada e se a pessoa que a possuir for uma mulher, adquire também o poder de controlar nada menos que um deus escandinavo: Thorn.
Condenado a uma existência maldita, Thorn Blooddrinker tem que servir a mulher que possuir a espada. Assustada, Roseleen não pode acreditar no que vê, mas logo ela se vê envolvida em uma aventura selvagem com Thorn, não só através da terra, mas também através do tempo.
Roseleen aprende que a única forma de libertar Thorn é expulsá-lo de sua vida, um ato que consome todo o seu amor e coragem. Mas os deuses estão do lado de Roseleen: ela finalmente encontrara seu amor outra vez no futuro.




Coração Guerreiro

Série Família Ly-San-Ter


Primeiro, Brittany Callaghan acha que está sonhando. 

Até porque não está acostumada a ver deuses nórdicos, de mais de dois metros de altura, em sua pequena cidade da Califórnia. Mas quando o espetacular loiro Viking aparece em sua porta, ela reconhece que o seu homem ideal é muito real. Apesar de sua impressionante beleza escultural, inteligência e independência, 
Brittnay segue lutado ardualmente para conseguir respeito em um mundo de homens. Então, fica surpresa quando seu visitante, cujo nome é Dalden, informa que ele é, de fato, um guerreiro bárbaro.
Mas Dalden está muito longe de casa, precisa de sua ajuda, e está disposto a pagar para tê-la, por isso que, se ele se imagina um selvagem, está tudo bem pra ela. Guerreiro ou não, ela gostaria de conhecer este gigante sexy e lindo, muito melhor.
A verdade será um rude despertar para ela, pois Dalden é exatamente o que ele diz ser. De onde ele vem, a força bruta é a lei. Os homens são todo-poderosos, e suas mulheres sempre devem obedecê-los. 
Tão ousada e impetuosa como é, a linda Brittany não vai ser subserviente a qualquer homem, mesmo aquele que é tudo o que ela sempre quis em um amante, e cujo toque deixa seus sentidos em chamas.
Se o seu relacionamento com o deus nórdico se tornar cada vez mais sério, isso certamente terá que mudar. Mas Dalden é um guerreiro até as profundezas de sua alma. Orgulhoso, poderoso e corajoso. Um homem acostumado a lutar, sem medo e sem descanso, pelo que ele quer, e ganhar. E agora, o que ele quer, acima de tudo... é Brittany.


Série Família Ly-San-Ter
1- A Mulher do Guerreiro
2- Algo mais que o desejo
3- Coração Guerreiro
Série Concluída

Quando o Amor espera


Depois de perder a mãe muito cedo, a feia jovem Leonie de Montwyn é afastada do pai, por intrigas da madrasta que a mantem afastada. 

Ela cresceu achando que seu pai a desprezava e por isso a enviou para Pershwick uma velha fortaleza, que pertence à jovem, para ficar sob a tutela do carinhoso e cuidadoso sir Guibert Fitzalan, que praticamente adotou a menina e a criou cercada de proteção e cuidados. 
Leonie passou a ser senhora da sua fortaleza e a governar com muita atenção, dando ao seu povo todo carinho e atenção de que precisavam. Ela cresceu livre e dona do próprio nariz. Tornou uma belíssima jovem.
Entretanto, ela descobre da noite para o dia, que foi destinada a ser esposa de um homem considerado violento e cruel. 
Desesperada e completamente só, ela é forçada a se casar com o Rolfe D'Ambert, o Lobo Negro, seu vizinho e no momento o seu maior problema. Este recebera do rei Henrique as terras Kempston confiscadas do jovem Alain Montigny pelo rei.
Por sua vez, Rolfe D'Ambert, o Lobo Negro, não teve outra alternativa, a não ser se casar com a jovem Leonie, para que pudesse se apossar de suas terras, sem violência e acabar com as invasões constantes que eram feitas às suas terras pelos habitantes da fortaleza de Leonie. 
Achando que sua futura esposa era uma mulher feia e sem graça, ficou boquiaberto e completamente apaixonado ao descobrir como ela era linda e formosa, e principalmente apaixonada na cama.
Eles tiveram que superar muitos obstáculos para viverem esse amor, mas o maior de todos foi o de aprender a confiar um no outro.


26 de junho de 2016

Depois do Sequestro

Série Solteironas De Swanlea

Depois de duas temporadas em Londres, e uma quantidade estrondosa de pretendentes maçantes, Juliet Laverick ainda anseia por um único homem: Morgan Pryce, o canalha arrojado que a sequestrou há dois anos. 

Mas sua determinação em levá-lo à justiça não diminuiu, nem mesmo quando o homem que ela confunde com Morgan, seu irmão gêmeo Sebastian, lhe dá uma notícia chocante: seu misterioso amante desapareceu.
Sebastian Blakely, o Barão Templemore, não se atreve a admitir que é a ele que Juliet procura e muito menos que é pelo beijo dele que ela ainda anseia. 
Confessar o sequestro só traria desastre e escândalo sobre os dois. No entanto, como conseguirá convencer Juliet a abandonar sua busca por seu sonhado amante, quando tudo o que ele sonha é segurá-la em seus braços novamente?

Capítulo Um

Shropshire, fevereiro 1818.
Ilíada de Homero, bordado por Juliet Laverick em uma fronha.
Lady Juliet Laverick tentou ignorar as batidas de seu coração. Tentou ignorar o trovejar de cascos de cavalo na terra congelada, levando-a cada vez mais perto de um confronto com seu passado. Tentou fingir que suas mãos estavam geladas por viajar no inverno, e não devido aos seus nervos.
Mas ela não podia. Depois de mais de dois anos, finalmente iria deixar seu passado para trás e ver a justiça ser feita. Então, como poderia se manter calma, com Charnwood a apenas alguns quilômetros de distância?
— A hospedaria Llanbrooke era horrível —, veio à voz de sua irmã do outro lado da carruagem. Rosalind sentou-se ao lado do marido Griff Knighton com um bordado em seu colo que ela claramente ignorava.
Juliet agarrou qualquer desculpa para manter sua mente fora do assunto em questão.
— Eu nunca vi teias de aranha em cima de uma cornija. Debaixo talvez, mas em cima? E a caneca sobre a mesa, você viu a espuma nela? O estalajadeiro deveria ser arrastado e esquartejado por manter uma sala comum tão imunda.
— Eu não lhe daria um castigo tão severo querida —, Rosalind replicou —, mas eu não estou em sintonia com os assuntos domésticos como você.
— Eu te garanto —, disse Juliet —, em sintonia com os assuntos domésticos ou não, você ia ordenar a mesma punição depois de passar uma noite entre os insetos sob lençóis sujos. Espero profundamente que nós possamos evitar voltar lá no retorno.
— Vai depender do que o barão revelar esta tarde. — Griff olhou para fora da janela, explorando a tranquila floresta Shropshire, com o olhar atento de um homem acostumado a problemas. — Se Lorde Templemore se provar pouco cooperativo, podemos encontrar-nos de volta ao Olho do Pavão, antes de terminar de questionar as pessoas da cidade.
Juliet fez uma careta com o pensamento.
— Certamente sua senhoria não vai continuar a protegê-lo quando ouvir o que Pryce fez para Juliet —, Rosalind protestou.
Ambos olharam para ela, cheios de sua habitual simpatia e preocupação. Isso a fez querer gritar. Odiava ser tratada como se ela pudesse quebrar com o mínimo esforço.
Mas isso acontecia por ser a caçula de três irmãs, a única que ainda não tinha se casado. E tola o suficiente para fugir com um canalha como Morgan Pryce aos dezoito anos, pondo em perigo a si
mesma e sua família depois que ele terminou por raptá-la, e não fugir com ela.
Colocando um sorriso jovial nos lábios, ela disse para Griff:
— O estalajadeiro não disse que Morgan não reside com o barão?
— Sim. Mas isso foi o máximo que consegui descobrir. Ninguém vai identificar o homem do esboço de Helena como um protegido de sua senhoria. — Helena era a irmã mais velha de Juliet que tinha um dom com o pincel. Também tinha motivos para querer ver Morgan ser levado à justiça, mas com a chegada iminente de seu primeiro bebê, nem ela nem seu marido Daniel, tinham ousado fazer a jornada até Shropshire. Griff continuou 
—, O pai de Templemore pode ter manchado o nome da família e colocado à propriedade no chão, mas o próprio Templemore tem uma reputação impecável como um cavalheiro digno. Assim, ninguém na cidade fala dele ou de Pryce a um estranho.
— Mas você tem certeza de que Morgan e o protegido de Lorde Templemore são a mesma pessoa —, disse Juliet.
— Tenho certeza. 

 Série Solteironas de Swanlea
1– Um Amor Perigoso
2-  Um Amor Notório
3-  Depois do Sequestro

22 de junho de 2016

Prisioneira

Série Oeste

Annie Parker tinha viajado ao oeste a fim de cumprir o sonho de ajudar aos outros. 

Tudo parecia seguir como previsto, até o dia em que entra em sua vida um perigoso e bonito foragido da justiça, que mudará seu mundo para sempre e, que a conseguirá fazer sua de corpo e alma.
Rafe McCay, um duro e implacável pistoleiro, leva uma existência fria e vazia desde que foi, injustamente, acusado de assassinato. 
Gravemente ferido, se vê obrigado a tomar Annie como prisioneira, sem saber que com aquela ação estará selando seu destino. 
Nunca poderia imaginar que a doce e inocente moça se meteria como fogo sob sua pele... Em seu sangue... Em seu coração...
A selvagem e feroz paixão que explode entre eles, os conduzirá por perigosos caminhos nos quais ambos poderão encontrar a destruição... Ou o amor.

Capítulo Um

1871, Território do Arizona.

Alguém o havia seguido durante a maior parte do dia. Sabia, por que tinha visto um revelador brilho de luz na distância, quando parou para comer ao meio-dia e, embora só tivesse sido uma brilhante piscada que durou unicamente um segundo, foi suficiente para o colocar de sobreaviso.
 Podia se tratar do reflexo do sol sobre uma fivela ou uma resplandecente espora. Em todo caso, quem quer que o seguisse tinha cometido um engano, que o tinha feito perder a vantagem do fator surpresa.
Mesmo assim, Rafe McCay tinha permanecido impassível, continuando a cavalgar como se não se dirigisse a nenhuma parte em especial, e dispusesse de todo o tempo do mundo para chegar a seu destino. 
Logo escureceria, e havia decidido que o melhor seria descobrir quem andava atrás dele, antes de preparar o acampamento para passar a noite. Segundo seus cálculos, o homem que o seguia ficaria ao descoberto naquele comprido caminho ladeado de árvores, por breves momentos. 
Tirou a luneta de seu alforje e se ocultou sob a sombra de um grande pinheiro, se assegurando, assim, de que nenhum reflexo o pudesse delatar. Enfocou a luneta no lance do caminho onde calculava que localizaria a seu perseguidor e em seguida o avistou; era um cavaleiro sobre um cavalo marrom escuro, com a parte inferior da pata direita dianteira de cor branca. Fazia avançar o animal a um ritmo lento, e se inclinava sobre a sela para poder examinar o chão em busca de rastros.
McCay tinha passado por ali atuando do mesmo modo, aproximadamente, uma hora antes. Apesar de que não conseguia ver com claridade o rosto do cavaleiro, havia algo nele que lhe resultava familiar, assim manteve a luneta enfocada para a longínqua figura puxando pela memória. 
Possivelmente, fora a forma em que se sentava sobre a sela, ou talvez, inclusive o próprio cavalo, o que despertava nele uma persistente sensação de que tinha visto ou se encontrado anteriormente com esse homem em particular, e que não gostado do que tinha descoberto. Mas não conseguia recordar o nome daquele tipo.
Os arranjos do cavalo não tinham nada de especial e não havia nada em suas roupas que chamasse especialmente a atenção, à exceção de seu chapéu negro adornado com conchas chapeadas...
Trahern.
McCay deixou escapar o ar através dos dentes.
A recompensa por sua cabeça devia ter subido muito para atrair a alguém como Trahern. Era conhecido por ser um bom rastreador, um pistoleiro perigoso e um tipo que nunca abandonava.
Depois de quatro anos sendo perseguido, McCay era consciente de que não podia fazer nada precipitado ou estúpido. 
Contava a seu favor com o fator tempo e a vantagem da surpresa, além da experiência em ser açoitado. Trahern não sabia, mas sua presa acabava de se converter em seu caçador.
Prevendo que também o caçador de recompensa dispunha de uma luneta, McCay voltou a montar em seu cavalo e entrou ainda mais entre as árvores antes de girar para a direita e deixar atrás uma pequena elevação, que se interpunha entre ele e seu perseguidor. 
Se havia uma coisa que a guerra lhe tinha ensinado era que terreno pisava e, automaticamente, escolher um caminho que lhe oferecesse, sempre que fora possível, tanto uma via de escape como amparo. 
Poderia cobrir seu rastro e despistar ao Trahern no bosque, mas havia outra coisa que a guerra lhe tinha ensinado: nunca deixar um inimigo a suas costas. Se não se ocupasse dele agora teria que o fazer mais tarde, quando talvez as circunstâncias não estivessem a sua favor. 
Trahern tinha assinado sua própria sentença de morte ao tentar o caçar. Fazia muito tempo que ao McCay já não era problema matar aos homens que fossem atrás dele; se tratava de sua vida ou da deles, e estava cansado de fugir.


Série Oeste
1- Uma Dama do Oeste
2- Vale da Paixão
3- Prisioneira
Série Concluída


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